As pedras têm a sua vida e eu a minha; quando passamos umas pelas outras se calhar interagimos, mas não são relações para cultivar e isto é difícil as pessoas perceberem: fazemos todos parte da vida e interagimos espontaneamente: as nossas relações são ocasionais, circunstanciais e de carácter não permanente. E garanto que as pedras me agradecem. Com que direito retiram-nas do seu habitat e as prendem, para "comunicar", "interagir"?!
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