domingo, 4 de maio de 2008

Liberdade I

Num dia feio e sem sol uma garça poisou no meu jardim. Tão branca, tão bela, tão livre, pareceu-me. Apenas cumpria o seu desejo: eis o seu conceito de liberdade.
E em liberdade fazia o mesmo que as outras garças.
Eu tenho opção, não sigo nenhum caminho, nenhuma tradição ou ritual me é imposto. Então porque não me sinto livre?
Livre como a Garça, que certamente livre não seria, se questionasse a sua liberdade.

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